GIULIA DINIZ MARADEI

Postado em: 12/08/11 as 16:50 por: simone

PARABÉNS AOS PAIS DANIELA E RAFAEL MARADEI

JOÃO HENRIQUE SABINO RODRIGUES

Postado em: 12/08/11 as 16:41 por: simone

PARABÉNS AOS PAIS MARIANE E IANN RODRIGUES

ANA CRISTINA DA SILVA CUSTÓDIO

Postado em: 12/08/11 as 16:38 por: simone

PARABÉNS AOS PAIS DAYANE E MAIKON CUSTÓDIO

LUISA ANTONIO PAROLIN

Postado em: 12/08/11 as 16:34 por: simone

PARABÉNS AOS PAIS BARBARA E CARLOS RAFAEL PAROLIN

MIGUEL RAMOS MUZZI

Postado em: 12/08/11 as 16:31 por: simone

PARABÉNS AOS PAIS LORENA E ANTONIO ELIAS MUZZI

MARIA CLARA MORANDIM SENTINELLA

Postado em: 05/08/11 as 20:27 por: Dr Francisco

 

Nome da Mãe: VANESSA BAGHIN MORANDIM

Desfazendo mitos sobre o pênis

Postado em: 04/08/11 as 21:30 por: Dr Francisco

Você acha que tem pênis pequeno ou isso é imaginação? O comprimento do pênis importa mais para o homem do que para a mulher, de acordo com um novo estudo que faz uma revisão de mais de 60 anos de pesquisas e derruba inúmeros mitos sexuais. Está na adolescência e se preocupa com o tamanho do seu pênis? Veja o que os pesquisadores tem a dizer sobre isso e fique mais tranquilo.

Aproximadamente 90% das mulheres em realidade preferem pênis grosso(mais largos) do que pênis comprido, de acordo com dois novos estudos incluídos na revisão. 85% das mulheres manifestaram estar satisfeitas com o tamanho do pênis de seus companheiros, comparado com apenas 55% dos homens e seus próprios órgãos.

A revisão, conduzida pelos Drs Kevan Wylie e Ian Eardley da Porterback Clinic e no Royal Hallamshire Hospital na cidade de Leeds, Reino Unido, combinam resultados de mais de 50 projetos internacionais pesquisaram o tamanho peniano e síndrome do pênis pequeno (SPP) conduzidas desde 1942.

“A questão de atratividade para as mulheres é complexa, mas a maior parte dos dados sugere que otamanho do pênis está ao mais ao final da lista de prioridades para as elas do que questões da personalidade masculina e aparência externa” escreveram os pesquisadores.

Entre os resultados de 12 estudos relevantes, a revisão, que foi detalhada no British Journal of Urology International, descobriu que o pênis ereto médio mede entre 14 e 15,7 cm e uma circunferência média de 12 a 13 cm.

Mitos penianos

As descobertas também acabam com outros mitos sobre a genitália masculina. A idéia de que o tamanho peniano varia de acordo com a raça (que negros teriam pênis grande e japoneses pênis pequeno), por exemplo, é falsa.

Outro mito que se repete normalmente é de que homens mais velhos possuem um pênis menor, mas Wylie e Eardley não encontraram diferenças quando combinaram os resultados de todos os estudos juntos.

Outra descoberta surpreendente foi de que a síndrome do pênis pequeno (SPP), também conhecida como “a síndrome do vestiário”, é muito mais comum em homens com pênis de tamanho normal do que com aqueles que possuem os chamados micro pênis (órgãos com o comprimento flácido menores do que 6,85 cm). Uma pesquisa realizada via internet com mais de 52 mil homens heterosexuais descobriu que 12% pensavam que seus pênis eram muito pequenos, mesmo que micro pênis atinja apenas 0,6% dos homens.

Um estudo sugere que a Síndrome do Pênis Pequeno comumente começa na infância. 63% dos homens com o problema disseram que suas ansiedades começaram em comparações de pênis nas primeiras idades, comumente com um irmão mais velho ou seus pais, enquanto 37% culpou imagens eróticas vistas durante o começo da adolescência.

Aumento de pênis

Pênis grande é uma obsessão para muitos homens. A indústria dos acessórios para aumentar o tamanho do pênis se aproveita dessa fragilidade masculina.

A revisão também apóia estudos recentes que descobriram que os dispositivos para aumentar o pênisraramente cumprem suas promessas, mas podem, em alguns casos, dar um “efeito de apoio psicológico”.

Os autores tomam uma posição tipo: “espere para descobrir” no caso de cirurgia de aumento peniano, que pode incluir todos os processos desde separamento parcial dos ligamentos no pênis para que fique mais longo até injeção de gordura para aumentar sua circunferência. Um dos procedimentos de cirurgia de aumento do pênis mais radicais envolve cortar o pênis completamente e inserir um pedaço de cartilagem no mesmo antes de suturá-lo novamente.

“Enquanto a informação está começando a emergir sobre o sucesso de algumas técnicas cirúrgicas, isso não é reforçado pelos dados dos pacientes sobre a satisfação com tais procedimentos”, disse Wylie.

Os pesquisadores apontam alguns métodos antigos e verdadeiros de aumento peniano, mas eles não são mais confortáveis. Ascetas hindus, por exemplo, usam pesos para aumentar o comprimento de seus pênis enquanto uma tribo brasileira encoraja cobras venenosas a picar o órgão para ganhar um aumento no pênis que dura seis meses.

Os pesquisadores disseram que sua revisão tem o propósito de “prover clínicos com um sumário dos muitos projetos de pesquisa que tem sido feitos na área de tamanho peniano e síndrome do pênis pequeno”, para que eles possam tratar melhor o problema.

Quando encontram um paciente com síndrome pênis pequeno “a abordagem inicial deveria ocorrer através de avaliações urológicas, psicosexuais, psicológicas e psiquiátricas, possivelmente com mais de um clínico envolvido”, eles escreveram.

TAMANHO DO PÊNIS É UMA PREOCUPAÇÃO PARA MUITOS HOMENS.

Postado em: 04/08/11 as 20:32 por: Dr Francisco

A preocupação com o tamanho do pênis é comum entre os homens. Essa ansiedade pode ocorrer na infância, na adolescência ou na fase adulta. Meninos freqüentemente comparam o tamanho de seus pênis com os dos outros. Piadas e brincadeiras surgem dessas comparações. Entretanto a situação muda quando há início da atividade sexual.

Muitos homens, embora com pênis de tamanho normal, o acham pequeno por várias razões:

O pênis dos outros é maior.
Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normais.
Pacientes obesos reclamam ter pênis curto.
Essa situação é devida ao embutimento do pênis em meio à gordura sobre o púbis o que dá a impressão de um órgão pequeno.
Estatura alta e pênis não proporcional.
Embora haja certa relação da estatura do paciente com o tamanho do seu pênis, existe uma ampla variação de comprimento encontrada. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa.
Flacidez peniana e ereção.
Os pacientes geralmente se preocupam com o tamanho do pênis em flacidez que é geralmente o momento de comparação com o de outros homens. Muitos não sabem o comprimento em ereção ou qual foi o crescimento adicional. O que muitos se esquecem é que o tamanho deve ser acompanhado de uma ereção efetiva que garanta uma penetração vaginal.

O QUE É UM PÊNIS NORMAL?

Deixando de lado os aspectos anatômicos de normalidade, um pênis flácido mede de 5 cm a 10 cm de comprimento. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. A medida é feita desde o ponto em que ele se encontra com o corpo (não com a pele) até a extremidade da glande. Se aplicarmos tração manual, o pênis ganhará de 2 a 5 cm. Masters e Johnson (1966) verificaram que o pênis em ereção mede de 12,5 cm a 17,5 cm. Um recém-nascido apresenta um comprimento médio de 3,75 cm.

O QUE É UM PÊNIS ANORMAL?

Não há uma definição universalmente aceita. Um pênis flácido menor que 4cm ou um ereto com menos de 7,5 cm devem ser considerados pequenos. Entretanto, encontramos pacientes que se aproximam desses valores mas com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.

QUAIS AS CAUSAS DE PÊNIS PEQUENO?

Causas hormonais por desordem de funcionamento dos testículos ou da hipófise podem interferir no desenvolvimento do pênis bem como de toda a genitália masculina. Dentro destes casos encontra-se desde o micro-pênis até a genitália ambígua. O pênis pode ficar pequeno em conseqüência de traumatismos, queimaduras ou doenças adquiridas (doença de Peyronie). Geralmente essas causas são raras. O mais freqüente é que o paciente não esteja satisfeito com o tamanho do seu pênis mesmo que o médico nada encontre de anormal.

TRATAMENTO

O paciente deve ser examinado detalhadamente, incluindo volume e presença dos testículos, presença e localização de pêlos pubianos e outros caracteres sexuais secundários. Se o pênis for considerado de tamanho normal pelo médico, o paciente necessitará de uma avaliação por um sexólogo, psicólogo ou psiquiatra a fim de pesquisar a verdadeira razão de sua queixa. Se o pênis for considerado pequeno e forem detectadas alterações hormonais, uma reposição com testosterona está indicada.

Tratamentos não cirúrgicos como aparelhos à vácuo, aparelhos de tração mecânica, aparelhos de estimulação eletromagnética, pesos, não dão resposta satisfatória permanente. O tratamento cirúrgico envolve secção dos ligamentos suspensores do pênis, injeção de gordura no corpo do pênis (aumento do diâmetro) ou uso de retalhos cutâneos das coxas ou nádegas. Esses tratamentos não são isentos de complicações e algumas delas podem ser graves, tais como necrose dos retalhos, reabsorção de gordura, insatisfação do paciente. Além disso, os resultados desses tratamentos são pouco conhecidos na literatura médica.

CONCLUSÃO

Infelizmente, muitos profissionais pouco éticos se aproveitam da ansiedade e dúvidas dos pacientes, indicando, sem nenhum critério, tratamentos que mais visam onerar o paciente do que realmente uma orientação científica. Os pacientes com dúvidas sobre o tamanho do seu pênis devem procurar profissional qualificado, o qual avaliará a situação, podendo ser necessária uma opinião multidisciplinar com sexólogo ou psiquiatra.

PERGUNTAS QUE VOCÊ PODE FAZER AO SEU MÉDICO

Como posso saber se meu pênis é normal?

Existem maneiras seguras de aumentar o meu pênis se eu não estiver satisfeito com o tamanho?

GRÁVIDAS COM ASMA PODEM TER GRAVIDEZ TRANQUILA COM ALGUNS CUIDADOS

Postado em: 02/08/11 as 20:24 por: Dr Francisco

No inverno – e ainda com o ar seco e poluído, como está no centro sul do país -, as doenças respiratórias ficam mais frequentes. A asma é a doença pulmonar mais comum durante a gravidez. Em um determinado momento, até 8% das mulheres grávidas têm asma. Muitas mulheres se preocupam sobre como as mudanças da gravidez afetarão sua asma e se os tratamentos da doença irão prejudicar o bebê. Com a terapia apropriada, a maioria das mulheres pode respirar facilmente, ter uma gravidez normal e dar a luz a um bebê saudável. No geral, o risco de asma mal controlada é muito maior do que o risco de tomar medicamentos para controlar a asma. O tratamento da asma durante a gravidez é mais bem sucedido quando a mulher recebe atendimento médico regular e segue o seu plano de tratamento de perto, com o acompanhamento pré-natal de seu obstetra junto a um pneumologista. Antes de engravidar, as mulheres com asma já devem discutir sua condição com seus médicos.  Mulheres que descobrem que estão grávidas devem continuar seus medicamentos para asma. Parar de tomar remédios por conta própria pode ser prejudicial para você e seu bebê.

A gravidade da asma

A gravidade da asma na gravidez varia de uma mulher para outra. Infelizmente, é difícil prever o curso que a doença seguirá na primeira gravidez de uma mulher. Durante a gestação, a asma piora em cerca de um terço das mulheres, melhora em um terço, e permanece estável no um terço restante. Outros padrões que têm sido observados incluem: – Entre as mulheres cuja asma piora, um aumento nos sintomas é muitas vezes visto entre as semanas 29 e 36 da gravidez. – A asma é geralmente menos grave durante o último mês de gravidez. – Trabalho de parto, geralmente, não piora o quadro dessa doença respiratória. – Entre as mulheres cuja asma melhora, o avanço normalmente progride de forma gradual ao longo da gravidez. – A gravidade dos sintomas da asma durante a primeira gravidez é muitas vezes semelhante nas próximas gestações.

Fatores que afetam o risco de crises

Os fatores que aumentam ou diminuem o risco de ataques de asma durante a gravidez não são totalmente claros. A probabilidade destes ataques acontecerem não é constante durante toda a gestação. No entanto, eles parecem ser mais prováveis durante as semanas 17 e 24 da gravidez. A causa para este padrão é desconhecida, embora possa ser porque algumas mulheres param de usar suas medicações quando se descobrem grávidas, aumentando o risco de crises.

Efeitos da asma na grávida e bebê

As mulheres que têm asma possuem um pequeno aumento no risco de certas complicações da gravidez, embora as razões para isso sejam ainda desconhecidas. Comparando às mulheres que não são portadoras da doença, mulheres asmáticas são ligeiramente mais propensas a ter uma ou mais das seguintes complicações na gravidez:

-Pressão alta ou pré-eclâmpsia

- Um parto prematuro

- Parto cesariana

-Um bebê que é pequeno para a sua idade gestacional.

Aprender mais sobre a asma pode ajudar você a gerenciar melhor seus sintomas, prevenir ataques e reagir rapidamente quando as crises ocorrem. No entanto, a grande maioria das mulheres com asma, assim como seus bebês, não têm qualquer complicação durante a gravidez. O bom controle da asma durante a gravidez reduz o risco de complicações.

Cuidados antes e durante a gravidez

Se você toma medicamentos, estes devem ser revistos pelo pneumologista que a acompanha em conjunto com sua obstetra. Alguns medicamentos são seguros durante a gravidez, enquanto outros não são. Durante os nove meses, a mulher asmática deverá ter um acompanhamento multiprofissional, ou seja, será cuidada pelo pneumologista e pela obstetra. Tratamento da asma em mulheres grávidas é muito similar ao tratamento da asma fora da gravidez. A terapia inclui não apenas medicações durante a gravidez, mas vários componentes fundamentais, que são mais bem sucedidos quando usados em conjunto:

Monitoração da função dos pulmões da futura mamãe: a função pulmonar normal é importante para a saúde da mãe e para o bem-estar do bebê. Ela pode ser monitorada em um consultório médico ou hospital. Testes de função pulmonar, como espirometria, são úteis para distinguir a falta de ar própria do agravamento da asma da falta de ar normal que muitas mulheres experimentam durante a gravidez.

Monitoração do bem-estar do bebê: é monitorado a cada visita a obstetra, durante todo o pré-natal de várias maneiras. Estas visitas são particularmente importantes para as mulheres que têm asma. Toda grávida, tendo ou não a doença, pode controlar o bem-estar do seu bebê através dos movimentos dele. Além disso, a obstetra pode dispor de diversos exames, de acordo com a idade gestacional, para verificar as condições do bebê na barriga da mãe. Além dessas medidas, aprender mais sobre a asma pode ajudar você a gerenciar melhor seus sintomas, prevenir ataques e reagir rapidamente quando as crises ocorrem. Esta educação pode ser particularmente reconfortante e útil durante a gravidez. Você deve buscar informações com seus médicos sobre estratégias para reconhecer os sinais e sintomas da asma, evitar os fatores que desencadeiam suas crises e fazer uso das suas medicações corretamente de acordo com a orientação médica.

Evitando gatilhos das crises

- Evitar a exposição aos objetos específicos que são conhecidos por causar os seus sintomas de asma, especialmente pêlos de animais, pó da casa, e irritantes inespecíficos, como fumaça de cigarro, perfume forte, e os poluentes.

- Cobrir colchões e travesseiros com capas especiais, para reduzir a exposição aos ácaros da poeira. Manter os ambientes sempre limpos. – As mulheres grávidas não devem fumar ou permitir o fumo em sua casa.

- Mulheres que estarão grávidas durante a temporada de gripe (os meses de inverno, na maioria das regiões) devem ser vacinadas contra a gripe. Não há riscos conhecidos dessa vacina para um feto em desenvolvimento. Elas são administradas uma vez por ano, no outono.

Trabalho de parto e pós-parto

As mulheres grávidas com asma devem discutir seu trabalho de parto com sua obstetra durante o pré-natal, para que isso não seja um fator de estresse no momento. O parto pode ser normal e com 9 meses, se a asma estiver bem controlada, de acordo com as condições obstétricas. A amamentação parece reduzir o risco da criança ter episódios recorrentes de chiado no peito durante os dois primeiros anos de vida. Isso se deve, provavelmente, ao fato de que os bebês que mamam têm uma redução do número de infecções respiratórias durante este período. Essas infecções são uma causa comum de chiado em lactentes. Ainda não está claro se o aleitamento materno reduz o risco de a criança desenvolver asma mais tarde. No entanto, as mulheres com asma são incentivadas a amamentar como todas as demais, pois há uma série de outros benefícios para ela e seu bebê.

O QUE INFLUENCIA NA ESCOLHA DO PARTO?

Postado em: 02/08/11 as 20:00 por: Dr Francisco

Uma grande revisão de estudos sobre as formas de partos mostra que uma ampla gama de fatores clínicos e não clínicos pode afetar a decisão da mulher em se submeter a um parto vaginal em sua segunda gestação, principalmente quando ela já se submeteu a uma cesariana. Disponível na edição de agosto da revista Journal of Advanced Nursing, o trabalho envolveu a revisão de 60 estudos publicados ao longo de 24 anos, cobrindo mais de 700.000 mulheres em hospitais de 13 países. Os resultados mostram que seguros privados de saúde, de indução, agentes de amadurecimento cervical, diretrizes locais e sistemas de pontuação foram apenas algumas das questões que influenciam na escolha da forma de parto em segunda gestação. “Muitas mulheres que tiveram partos cesarianos optaram para o mesmo procedimento com uma nova gravidez”, diz Christine Catling-Paull, principal autora da revisão. “As taxas de cesariana aumentaram em todo o mundo nas últimas duas décadas e grande parte deste aumento é devido às mulheres que tiveram cesáreas anteriores”, completa. Pesquisas mostram que apenas 33% das mulheres no Reino Unido terão um parto vaginal após cesárea (VBAC) e na Austrália, a taxa é ainda menor, 17%. No entanto, outro estudo norte-americano mostra que 73% das mulheres que tiveram uma cesariana tiveram um parto vaginal bem sucedido.